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Alunas do CaVG na Fase Final da Olimpíada Nacional em História do Brasil

c32660542be28edc2d7a4f9cb91b933eTrês estudantes do IFSUL-CaVG estão classificados para a etapa final da Olimpíada Nacional em História do Brasil, que ocorre em Campinas nos dias 18 e 19 de agosto. Para chegar lá, Camila Porto, Vitória Camargo e Julia Kaiane Prates, com a orientação do professor Deomar Villagra Neto, superaram mais de 14 mil equipes de todo o país, em seis etapas constituídas por provas e tarefas.

A equipe pelotense se classificou entre as 30 melhores do Brasil e a melhor dentre as escolas públicas da Região Sul. Tudo começou como uma espécie de favor: não deixar o professor Deomar Villagra Neto na mão.
"A gente nota que ele é apaixonado pelo que faz", dizem as três alunas, em coro, sobre o professor Deomar. Assim, sem nenhuma pretensão, elas se juntaram ao professor para formar a equipe do CAVG na Olimpíada. "Quando soubemos o número de equipes que participariam, nem imaginávamos que conseguiríamos ir avançando de fase. A cada resultado que fomos obtendo, fizemos muita festa", lembra Camila.

Nesta etapa final, realizada presencialmente em Campinas, foram selecionadas 300 equipes. Apenas duas do Rio Grande do Sul e cinco da Região Sul. Como estão entre as 30 melhores colocadas em todo o país, as passagens serão pagas pela organização. A viagem está marcada para o dia 17 de agosto. No dia 18, Camila, Vitória e Julia fazem a prova final. No dia 19 serão conhecidos os ganhadores e a entrega das medalhas: as 15 melhores equipes recebem Ouro, as 25 seguintes Prata e as próximas 35 Bronze.
As alunas mal conseguem conter o orgulho. "Ele (professor) nos dá muita confiança, mas sem aquela pressão", avalia Camila. Para Deomar, essa classificação à fase final é muito importante para o CAVG, ainda mais no momento atual. Das outras oito participações que teve nas Olimpíadas, apenas uma vez foi selecionado à última etapa, mas não conseguiu ir por falta de verbas. "É muito importante para nós, principalmente pelo momento que vivemos na educação, em que as Ciências Humanas são consideradas dispensáveis. Sempre que se fala em reformular o currículo, se fala em menos período de história", lembra Deomar.

Entre as alunas, a paixão pela disciplina é clara, inclusive superando as adversidades. "Nós temos pouco tempo para estudar. Temos aula de manhã e de tarde, mais TCC", avalia Julia. Assim, elas conseguiram superar mais de 14 mil escolas de todo o país, incluindo públicas e privadas. "A gente tem chance de fazer história na instituição e certamente na nossa vida", fala Vitória. "Queremos mostrar que a História é sim importante para nós", finaliza Julia. Desta forma, o quarteto se prepara para a etapa final em Campinas. De olho nas medalhas, mas também no conhecimento que poderão adquirir. "O professor sempre fala, o mais importante é aproveitar a viagem. Vai ser uma ótima oportunidade para conhecer novas culturas", conclui Camila.

 

 

Reportagem e Foto retiradas do Jornal Diário Popular, confira a original clicando aqui.

Última atualização (Seg, 16 de Julho de 2018 14:23)

 
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